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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Extremoz, Zafra e Sevilha, 17, 18 e 19 de fevereiro de 2024

 

Plaza de España, Sevilla!

A viagem segue intensa. Sábado, começamos o dia pela feira de Estremoz, que reúne comidas e antiguidades. Muita bacana de ver, atrai pessoas de toda a região. Depois, pegamos o carro e fomos à Évora, a mais famosa cidade do Alentejo, dar um rolê e ver o Templo de Diana, uma ruína Romana do século I. Lá, descobri que estudos recentes mostram que o templo na verdade foi erigido em homenagem ao Imperador e não à Diana. Achei bem sem graça. 

Templo Romano, em Évora

É a terceira vez que vou a Évora, a cidade é realmente muito bonitinha. O maneiro é que me confundo e sempre esqueço como ela é, aí sempre parece que estou indo pela primeira vez… acho lindo, me surpreende, admiro, tenho todas as sensações de ver algo novo. Bem bom, a vida deveria ser assim, sem memória, uma eterna surpresa, uma constante emoção da descoberta.

Ontem de manhã, domingo, saímos de Estremoz em direção à Sevilha! Depois de meia hora em terras espanholas, paramos na simpaticíssima Zafra, conhecida como “La Sevilla Chica”. Muito agradável, paramos na praça e pedimos uma cerveja só porque o lugar e a hora exigiam.

Existem dois lugares nos quais sinto um especial enlevo. Um em frente ao mar, no qual não vou falar agora, outro em um restaurante ou café dessas praças secas, tão comuns na Europa, mas também presentes nas cidades latino-americanas. O casario antigo, as mesas ao sol, o encontro das pessoas… nesse lugares, normalmente, a história também se senta e o pensamento caminha pelos séculos que desfilam nas varandas e seus arcos, nos balcões, muitos com flores dependuradas, nos lampiões, nas pedras irregulares das ruas. 

Plaza Grande, Zafra

A parada em Zafra, passar um tempo na “Plaza Grande”, ao lado da “Plaza Chica”, me deu essa paisagem, esse enlevo, e deu gosto de quero mais. Mas tínhamos uma cidade encantadora pela frente, seguimos viagem.

E uma hora e meia depois, pousamos em Sevilla. Havia estado aqui em 1996. Claro que não achei a Sevilha incrustada nos meus sonhos. A cidade cresceu… mas, principalmente, parece que todo mundo resolveu vir a Sevilha no mesmo dia. Gente, muita gente. Problema bem comum no turismo nos dias atuais. Mas mesmo tão cheia, quase desagradavelmente cheia, ela segue linda, acho mesmo que deslumbrante é uma palavra que cabe

Impressionante a quantidade de monumentos para se ver, assim como impressiona o quão agradável é passear pelas ruas da cidade velha, que guarda inequívocos traços das culturas moura e judaica. Famoso em Sevilha também são as tapas. O Sevilhano gosta de dizer que aqui se vive para comer, beber e bailar. “Tapas” tem a ver com comer e beber. “Ir de tapas”, significa sair, muitas vezes de bar em bar, ou restaurantes, pedir algo para beber e umas tapas. 

Tapeando por Sevilla!

Podem ser tanto queijos, salames e presuntos quanto versões em miniaturas dos pratos do restaurante, seja um peixe, um bacalhau ou uma carne. Se um prato custa 12/15 euros, o equivalente em uma tapa custará 4/5. Delicia, assim se prova muito mais sabores. Entre domingo e segunda, além de caminhar, beber e comer, fomos visitar vários pontos de interesse. Menção especial à Plaza Espanha e ao Alcazar. Este último, um Palácio construído pelos mouros no ultimo século do primeiro milênio e remodelado pelos espanhóis após a expulsão dos árabes, no século XIII. Um local incrível, de beleza ímpar. Nem vou descrever aqui, eu não conseguiria, e é muito fácil achar informações sobre ele.


Show Flamenco

Procuramos um lugar pequeno, buscando um show menos glamoroso e mais local. E acho que acertamos. Foi parecido com que eu achava em 1996, nos pequenos bares da cidade sempre havia alguém cantando e dançando flamenco. Agora está tudo menos artesanal, mais industrial… não apenas aqui, em todos os lados se monetiza tudo. Mundo moderno. Ainda assim, mesmo cheia e sem o glamour e o aconchego de uma cidade menor, vale muito a pena conhecer a capital da Andaluzia. Acho que acertei em ter escolhido voltar aqui, ainda mais no meu aniversário!

Amanhã de manhã ainda damos um rolê por Sevilha e no meio do dia partimos em direção ao Norte. Se sair como o planejado, dormimos em Salamanca, quinta chegamos a Bilbao! Quero muito conhecer o País Basco!


Sevilla es una maravilla!!!


Detalhes do Reino de Sevilla!


Alcazar!



Jamon y Queso! Cada fatiazinha dessa custou
um euro... mas é bom...



sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Lisboa e Estremoz, 13 a 16 de fevereiro de 2024.

 

O Eu Profundo e ops outros Eus

Depois da jornada em Bissau, uns dias de férias. Ana e eu nos encontramos em Lisboa e vamos dar um giro entre Portugal e Espanha. Como gosto de fazer, vou caminhando e contando algo por aqui.

Entardecer na Rua Augusta

Chegamos na terça, dia 13, e alugamos um carro para sair de Lisboa no dia 15. Assim, foram dois dias passeando pela capital lusitana. Vou ser sintético em relação ao que fizemos: passeamos pela Avenida Liberdade, Bairro Alto, Santo Antônio, Rossio, Alfama e Graça. Isso tudo na quarta-feira, dia 14, acho que caminhamos uns 12 km. Ou mais, com o detalhe que se sobe e desce muitos morros. Tudo muito legal, mas vou destacar alguns momentos. Primeiro, uma menção honrosa ao Hotel Santa Justa. Mais que bom, super recomendo. Depois, o almoço no “A Merendinha do Arco Bandeira”. Um bacalhau à minhota, delicioso! Com vinho da casa, claro! Vou ainda mencionar a passada na Casa de Saramago, adorei ler um pouco sobre ele e saber mais da sua vida. Como escritor, considero Saramago umas das minhas principais influências. Estivemos, também, no café “A Brasileira”. Esse lugar era muito frequentado por Fernando Pessoa, e eu tenho um conto, publicado, que se passa, em parte, neste lugar. Sentar-me ali, pedir um café e ler o meu conto foi um momento-looping maravilhoso. Por último, vou falar que os pastéis de nata são deliciosos!

Rainha Santa, ao lado do Castelo


Ontem, quinta, pegamos o carro e viemos para Estremoz, região do Alentejo. Porque Estremoz? Porque vim aqui em 2015, com Ana e André, um grande amigo, e conheci a Pousada do Castelo, mas não nos hospedamos. Desde então, quero voltar para me hospedar. Acontece que o Castelo, hoje feito pousada, foi construído no século XIII, por determinação de D. Diniz, Rei de Portugal, para sua esposa amada, Isabel de Aragão, também conhecida, como a Rainha Santa. Isabel de Aragão é bastante conhecida no meio espírita, em função de várias histórias contadas, sobre ela, por Chico Xavier. Uma dessas histórias é a aparição de Isabel a Chico, em seu quarto, no dia 10 de julho de 1927, dois dias depois dele receber sua primeira mensagem psicografada. Ela apareceu e pediu a ele para ajudá-la na sua tarefa de dar pão aos pobres. Depois de um curto diálogo ele aquiesceu e, durante toda sua vida, cumpriu a promessa feita. Essa doação de pães tem relação com a própria vida dela como rainha. Digo isso porque um dos milagres que lhe é atribuído é o seguinte: ela tinha o hábito de distribuir pães para os pobres que se aglomeravam ao redor do Castelo. 

Capela da Rainha Santa, representação 
do milagre das rosas.

Eram muitos, lembremos que nessa época ou se era da corte, ou se trabalhava para corte, ou se pagava impostos à corte. Se nenhum dos três, era um miserável. Bem, talvez hoje não seja tão diferente… Mas voltemos à Rainha Isabel de Aragão. 

Esse hábito de distribuir pães, que ela levava na barra do seu vestido, fazendo-o de cesta, acabou por aumentar a aglomeração de pobres ao redor do castelo, o que levou o Rei a pedir a sua esposa para que não mais fizesse isso. Ela não obedeceu… fico pensando que quem deve obediência à sua consciência não aceita qualquer ordem… enfim, apesar da proibição, certo dia o Rei vê sua esposa se dirigindo ao lugar onde costumava doar os pães, saia dobrada, e pergunta se ela o estava desobedecendo. Ela diz que não… ele pergunta: “o que levas aí?”. Ela responde: “rosas!” Ele faz mais uma pergunta: “rosas em janeiro?” (vamos lembrar que janeiro é alto inverno). Ela abaixa a barra da saia e rosas caem ao chão. 

Interior do Castelo
As serviçais ficam todas impressionadas, pois sabiam que ali havia pão… acho linda essa história! É conhecida como “o milagre das rosas”. Óbvio que existem historiadores que questionam esse acontecido, mas os devotos sabem que é verdade. Aqui, no Castelo feito pousada, existe uma pequena capela, que foi feita em um lugar onde antes era um quarto para ela orar. Nesta capela, existem alguns quadros com os milagres da Rainha, e esse que narrei está ali. 

Sacaram porque vim à Estremoz? Visitar a Rainha…

Tem outro lado, que me trouxe aqui, mais mundano… rsrsrs… se hospedar em um castelo é muita onda! Impressionante pensar que foi construído há mais de 700 anos… e os quartos, entre o antigo e o novo, tudo impecável. O café da manhã? Digno da nobreza!

Que mais fizemos em Estremoz, além de curtir o castelo? Jantamos no restaurante “Venda Azul”. Eu comi um prato com diferentes cortes de porco negro, com miga de aspargos. Miga é um prato feito à base de pão alentejano, sensacional. E o porco negro… algo à parte! Ana comeu uma sopa, à base do mesmo pão e coentro. Ela adorou!

Açorda à Alentejana com ovo. 
A sopa local que Ana adorou!

Hoje, sexta-feira, depois do belo café da manhã e de ir visitar a capela da Rainha, fomos para Vila Viçosa. Escolhi ir lá porque é a terra da poetisa Florbela Espanca (“minha alma de sonhar-te anda perdida…”). Passeando pela muito simpática Vila Viçosa, encontramos um restaurante de nome Florbela Espanca! Claro que comemos lá! Ana, sopa de coentro, ela é meio a louca do coentro, e se achou aqui no Alentejo. Eu comi Alheiros de Mirandela. Demais demais demais. O corretor de texto reclama que escrevi três vezes a mesma palavra. Deve ser porque ele nunca comeu Alheiros de Mirandela. Demais, demais, demais. Se você está cansado de ler até aqui, lamento, mas vou contar a história deste prato, considerado, simplesmente, uma das sete maravilhas gastronômicas de Portugal.

É tipo uma linguiça, feita à base de carnes de aves, gado e porco, com massa de pão para dar consistência. Eu comi com arroz, ovo e batata frita.

Perguntamos ao dono do estabelecimento e ele explicou: “antigamente, os asiáticos viviam em Portugal, e eles não podiam comer carne de porco, então inventaram esse chouriço que misturava porco com aves para disfarçar que não estavam a comer porco”.

Asiáticos… bom demais, né? Bem, geograficamente ele está certo…

No restauranta Florbela Espanca,
pedimos o cardápio. Ele trouxe...

Além da informação do nosso anfitrião, fui ler sobre a origem do prato. A hipótese mais aceita é a de que ele foi inventado no final do século XV, por judeus (asiáticos…), que se instalaram no interior de Portugal depois de terem sido expulsos da Espanha pelos reis católicos. Para não serem perseguidos pela Inquisição, tiveram que fingir que consumiam normalmente carne de porco (animal proibido na religião judaica) e, por isso, criaram um tipo de chouriço apenas com outras carnes (vitela, coelho, peru, pato etc.) e massa de pão, para dar consistência. A receita teria, então, conquistado o paladar dos cristãos que, depois, incorporaram a carne de porco à versão original. Boa história, nem me importo se é verdadeira ou não, sei que “Alheiros de Mirandela” é bom demais!

Ainda vou falar de mais um momento gastronômico: ontem e hoje, fomos a um bar frequentado pelos locais, Restaurante Alentejano, e pedimos vinho da casa! Fomos em uma banca na praça, compramos queijo e pão e fizemos a nossa ceia. A dona do bar nos viu trazendo comida e perguntou: querem um prato? E eu achando que ela iria achar ruim trazermos comida para seu bar/restaurante…

Bom, fico por aqui. Com uma frase que ouvi em algum lugar: Amo muito tudo isso!

Hoje foi aniversário de papai. Ele iria adorar esse Castelo.

Escadas na Casa de Saramago

Janela de onde a Rainha via
 sua amada Espanha

Estremoz é famosa pelos seus bonecos
feitos em cerâmicas, por artistas
locais.

Na Casa de Florbela Espanca

Restaurante Flrobela Espanca

Ruas de Vila Viçosa!


sábado, 7 de fevereiro de 2015

Portugal, 07 de fevereiro de 2015.

Aspecto do Palácio, do Castelo de Évora Monte
        O dia de hoje foi tão bom quanto um dia de viagem pode ser. Saímos cedo e fomos rodar pelo Alentejo, a região onde estamos, ao sul do país. Desde Évora até Elvas, visitando também Évora Monte e Estremoz. Passamos sempre por estradas secundárias, com a paisagem ondulada alternando entre olivares e sobreiros, a árvore que produz a cortiça. De repente surgia uma pequena cidade branca, quase todas com séculos de histórias para contar, algumas muradas e com um castelo sobressaindo em sua parte mais alta. Um belo dia de sol dava cor a todo este visual. Visitar lugares que não conhecemos é sempre legal, quando a viagem envolve ser transportado a outros tempos, vira um privilégio.
 
Casinhas, dentro do Castelo
em Évora Monte
     Em Évora Monte subimos até o Castelo. Muito interessante, eu li que nesta área existem indícios de ocupação deste a pré-história. O Castelo parece que foi construído inicialmente pelos romanos, passou a ser ocupado pelos mouros e por volta do século XII tomado pelo que hoje é Portugal. Acho que vale a pena explicar que o Castelo não é apenas o palácio. Castelo é toda a área murada, que envolve o palácio, onde o Rei vive, e várias outras pequenas construções que servem de morada para todos aqueles que são necessários para atender a corte e tocar a vida do palácio. São inúmeras casinhas, de diferentes tamanhos. Pois então, nos Castelos que temos visitado aqui, estas casinhas seguem servindo de moradia. São pequenas, baixas, imagino que a maioria desconfortáveis, mas é muito interessante ver que são ainda habitadas, deixando estes locais históricos como que “vivos”.
Feira de Estremoz, aos sábados pela manhã.
  Em Estremóz começamos por ir à feira que acontece lá aos sábados pela manhã. Mistura alimentos e antiguidades. Uma boa variedade de produtos, mas o que chamou atenção foram os queijos locais. Provamos alguns, mas a vontade é comprar quilos e colocar na bagagem. Sei que vou sentir saudades deles na hora de colocar uma mesa quando chegar em casa.
       Mas ganhei mesmo meu dia foi quando chegamos ao Castelo de Estremóz. O Palácio foi reformado por D. Diniz para sua esposa, Isabel de Aragão, também conhecida como a Rainha Santa. Isabel de Aragão é uma daquelas santas que foi canonizada pelo povo antes que a Igreja o fizesse. Era muito generosa e muitos milagres lhe são atribuídos. No mais famoso, diz-se que ela estava distribuindo pães, envoltos pelo seu vestido, aos pobres, atividade que desagradava ao Rei, seu esposo. Quando ele a encontra lhe pergunta o que ela tinha no vestido, em tom de leve reprimenda. Ela responde que eram rosas, ao que ele fala: Rosas em Janeiro? Ela diz que sim e solta a barra de seu vestido. Rosas caem no chão. 
Eu com Dona Isabel de Aragão, em Estremoz.

     Dizem que a partir daí ele passa a ter mais respeito por sua esposa. Existem outros milagres atribuídos a ela. Mas talvez o maior deles tenha sido selar a paz entre D. Diniz e seu filho, D. Alfonso IV, que estavam na iminência de uma guerra. D. Alfonso IV é pai de D. Pedro I, que quando enviuvou se juntou com Inês de Castro. Após dez anos vivendo juntos, D. Alfonso manda decapitar Inês, sua nora bastarda, por não concordar com a provável oficialização deste matrimonio. D Pedro quase enlouquece sabendo que sua amada foi decapitada pelo seu pai. 
      Como uma forma de honrar o nome dela, D. Pedro I afirma que casou-se com Inês meses antes dela morrer, o que é confirmado por um Padre. Por isto que em Os Lusíadas, dela escreveu Camões: “Aquela que depois de morta se fez Rainha”. O dito popular derivado desta história e destes versos é: “Agora é tarde, Inês é morta
      Para quem se interessar, existe um ótimo livro intitulado Mensagens de Inês de Castro, escrito pelo Caio Ramacciotti e com mensagens de Inês de Castro psicografadas por Chico Xavier. Vale a leitura, eu já li duas vezes. Falando em Chico Xavier, existe uma linda história de quando Isabel de Aragão apareceu numa noite para ele pedindo ajuda na sua tarefa de repartir pão com os necessitados. Mas esta eu não vou contar aqui. Fica a dica!
Ana, pelas ruelas de Elvas
       Viram porque disse que ganhei meu dia ao visitar Estremóz? Até o quarto onde a Rainha Santa faleceu e 300 anos depois foi transformado em Capela nós visitamos.
      E seguimos para Elvas. Tombada pela Unesco, em 2012, como Patrimônio Histórico Mundial, é uma cidade de fato impressionante. De novo visitamos seu castelo, e andamos pelas suas ruazinhas estreitas, entre suas casas brancas. Um luxo. Almoçamos em Elvas, compramos algumas coisinhas locais e visitamos algumas partes dos seus muros e dois dos vários Fortes que lá existem. Faltou tempo para ver mais. Já era fim de tarde e resolvemos voltar para Évora, onde rolou um vinho com queijo no quarto mesmo e fomos dormir. Só para constar: vinho com queijo aqui é uma opção modesta. No quarto, comprados em feira, é mais barato que um cachorro quente com coca-cola...
     E este foi o dia, ou o que deu para contar dele. Amanhã vamos para Marvão, mais ao centro do país. 
Pousada luxuosa, no palácio que D. Diniz mandou construir /
reformar para sua esposa, Isabel de Aragão
Eu e a Dona Eunice, a senhora que abriu a porta da Capela e
nos contou tudo sobre a Rainha Santa
Na Capela erguida no local onde foi seu quarto, alguns
milagres atribuídos e ela estão retratados. Este é o das rosas.
Neste quadro, a Rainha Santa entre seu esposo e seu filho,
selando a paz. Os soldados, quando viram que era ela,
levantaram as lanças.
Visual de Elvas, a partir do forte de Santa Luzia.


Outra das ruas de Elvas, dentro do Castelo.
Estrremoz, vista  do Castelo